Dois ciclistas sobem juntos. Um gira solto e chega inteiro. O outro força marcha pesada, baixa rotação e quebra no km 3. A diferença não é força: é cadência.
Pedal com Garra
Cadência: o ritmo que move a bike
Cadência é o número de rotações por minuto das pedivelas. Ela converte sua força em movimento eficiente e molda a sensação de esforço. Na prática, decide quem resiste na subida.
Dois jeitos de subir, dois destinos
Giro constante poupa músculos e mantém a respiração estável. Empurrar marcha pesada aumenta o desgaste e desorganiza o fôlego. Após minutos, o ritmo cai. O que muda dentro do corpo?
Torque ou giro? O equilíbrio que rende
Baixa cadência exige alto torque e sobrecarrega fibras e articulações. Cadência alta reduz torque por pedalada e cobra mais do coração e pulmões. Render é equilibrar custos. Onde está o seu?
Sua faixa ideal existe — e varia
Muitos rendem bem entre 80–100 rpm no plano e 70–90 rpm em subidas longas. Mas a faixa ideal é pessoal e muda com terreno, duração e treino. Quer mantê-la sem olhar o ciclocomputador?
Use o câmbio para segurar o giro
Use o câmbio para defender seu giro. Antecipe a inclinação, troque antes de perder rotação e suavize a força para manter a pedalada redonda. Mas como medir e evoluir esse número com precisão?
Meça e treine: cadência que vira potência
Meça com sensor de cadência ou conte giros por 15 s e multiplique por 4. Treine com blocos de giro alto controlado e pirâmides de cadência, sempre com técnica e respiração. Pronto para ir a fundo?
Leia o guia completo sobre cadência
Entenda ciência, faixas ideais, exemplos e treinos práticos para subir melhor.